terça-feira, 3 de março de 2015

Filosofando sobre essa tal internet



Li um texto muito interessante sobre criação dos filhos. Logo depois fiquei decepcionada ao ler alguns comentários que foram feitos por leitores. Consegui elaborar para mim mesma uma definição para esse tal “espaço” chamado internet. Compartilho pelo simples prazer de compartilhar isso no meu blog que ninguém lê. 

Internet: Lugar onde cada um é livre para expressar sua opinião. Todos com necessidade extrema de atenção publicam coisas obsessivamente, como forma de buscar aprovação. No meio dessa salada temos opiniões de bosta sobre assuntos de bosta com linguagem de bosta aplaudida e compartilhada por mais mentes de bosta.

Quando temos um assunto interessante com uma opinião elaborada por alguém que se deu ao trabalho de pensar sobre tal assunto, todos que não alcançam onde o autor quis chegar se acham no direito de exercer sua liberdade de expressão sendo agressivos ou xingando os autores pensantes.

Não acho que todos devam concordar com textos bonitos com palavras difíceis, mas discordar é diferente de agressão verbal. E pra quem não sabe, liberdade de expressão vai muito além de falar palavrões e citar orgias sexuais nas letras de funk, liberdade de expressão inclui até o poder de fazer uma pessoa parecer burra ou se ofender sem ter que usar uma palavra agressiva.

Até que ponto a inclusão digital ensinou as pessoas a usar a internet?
Bjs
Fê 

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Atualizações sobre a mochila de pet reciclado.

No post anterior eu falei sobre a minha nova mochila da marca Ciclo de Gaia. A mochila é linda e toda feita em tecido 100% pet reciclado. Para ler a primeira postagem clique aqui.



Minha primeira impressão quando ela chegou era de que o material era fraquinho, ou que poderia ter um acabamento melhor, mas continuo achando que a mochila é linda.


No primeiro dia de uso eu notei que ela estava com um defeitinho na alça. Uma linhazinha pra fora, que eu preferi arrumar com muito cuidado, porque foi uma mochila bem cara pra eu deixar a alça dela puxar fio. Puxei a linha pra dentro do tecido e o que ficou pra fora eu queimei com a pontinha de um incenso, não dá nem pra ver mais.



Bom, sobre o acabamento, realmente acho que poderia ter algum tipo de impermeabilizante, tipo uma termolina por cima do tecido, porque ele fica meio áspero, parece que tem uns pelinhos pra fora, e no 3º dia de uso já estava com umas bolinhas. A princípio esse foi o único problema o tecido, mas estou vendo uma diferença no tecido em uma parte onde ele fica dobrado com maior frequência. Acho que mais pra frente pode ser que fique desgastado muito rápido. (Obs: A foto das bolinhas
foi tirada hoje, ou seja na 3ª semana de uso descontínuo, porque a 2ª semana foi carnaval)



O que me deixou chateada é que a regulagem da alça quebrou hoje quando eu estava voltando do trabalho. O plástico simplesmente partiu. Eu uso mochilas desde que fui alfabetizada, hoje sou professora e continuo carregando livros, e eu não me lembro de isso já ter acontecido comigo. Tudo bem que eu costumo carregar muito peso (e hoje nem era o caso), mas o objetivo de usar uma mochila é esse, não? Se fosse pra levar só a carteira eu usava uma bolsa de mão, mas como tenho que carregar os livros de 4 turmas, levo tudo na mochila.


Como a mochila foi comprada esse mês, o correto seria eu pedir uma troca ou uma devolução, mas ela era filha única, e eu não quero outra. Fiquei na dúvida entre ela e uma de lona reciclada, mas escolhi essa, comprei, usei, agora eu quero essa. Rsrsrs Estou pensando em resolver o problema eu mesma.
Primeiro pensei em comprar a peça e trocar e passar uma termolina por minha conta, mas notei que o acabamento é todo interno, e eu não sou uma boa costureira. Estou pensando em levar a mochila amanhã no sapateiro pra ver o que ele pode fazer por mim.


Por enquanto a minha conclusão é que a mochila é linda, a ideia ecológica é muito boa, mas realmente não vale 150 reais. A do semestre passado que eu paguei 50 reais em uma papelaria e que não tinha marca nenhuma, arrebentou antes de terminar o semestre, mas nas 2 primeiras semanas ela estava ótima. Na verdade ela arrebentou com alguns meses de uso.

Sou super a favor da causa, mas não compraria de novo.

Bjs,

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Mochila em tecido 100% pet

Oi Gente, ao contrário de tudo que eu já publiquei nesse blog, agora estou fazendo uma resenha de produto.

Já deu pra notar que eu entrei numa vibe mega natureba, estou viciada em produtos vegan. Eu não sou vegana, mas adoro a ideia. Acho que não sou vegana ainda. Mas sou uma ovo-lacto que não usa couro e está pesquisando cada vez mais as alternativas aos testes em animais.

Nessa minha vibe eco eu usei vários produtos da Gooc, que eu só tenho elogios a fazer. As bolsas e mochilas de lona são super resistentes, e olha que eu sou professora, hein? Eu carrego muitos livros todos os dias. Mas em vez de comprar uma mochila maior da Gooc, resolvi das uma chance para a marca Ciclo de Gaia.

Embora a empresa tenha produtos em couro (não achei isso legal), eles fabricam algumas bolsas e mochilas com tecido 100% reciclado de garrafas pet. Achei super ecológico e de origem não animal, então e comprei. Foi meio caro pra uma experiência, mas como eu não encontrei nenhuma resenha na internet, resolvi testar e fazer a primeira.

Estou prestes a ir para a minha primeira aula com mochila 100% pet, então tirei umas fotos pra lembrar de como ela era quando estava zerada.

Achei o tecido grosso, mas não me parece muito resistente, já imaginei a mochila rasgando, esgarçando, ou ficando cheia de bolinhas. Mas resolvi dar um voto de confiança para o tecido PET em vez da famosa lona e caminhão.

Vou usando minha mochila linda, quando puder observar alguma coisa que valha a pena comentar, eu continuo esse post.

Bjinhos



Para ver a 2ª postagem sobre a mochila clique aqui.
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segunda-feira, 28 de abril de 2014

Amadurecendo?



Uma coisa estranhamente boa me aconteceu hoje. Resolvi, depois de muito tempo, dar uma de mulherzinha e passar creme hidratante no corpo.


Essa iniciativa só surgiu quando minha irmã olhou para as minhas pernas e apontou como a minha pele estava manchada (eu pisei num formigueiro no começo do mês, e as picadas não doíam mais, mas ainda estavam vermelhas). Pensei que o hidratante ajudaria, e aparentemente está ajudando sim.


Passei creme nas pernas, e quando cheguei ao bumbum tive uma surpresa ao notar que as minhas estrias estavam todas lá, intactas. É estranho isso ser uma surpresa, mas parece que eu simplesmente esqueci que elas existiam por vários meses.


Comecei a pensar sobre o fato, e cheguei à conclusão de que é mais fácil arrumar um namorado míope do que tentar tirar as estrias de lá. Ok, isso foi uma piada, mas se os caras que eu conheço estão ficando com o cabelo ralo, por que eu não posso me dar o direito de ter estrias em paz?


Não sei o que pensar sobre o meu novo ponto de vista, se estou amadurecendo, me tornando menos influenciável pela minha imagem, ou se estou ficando mais relapsa e preguiçosa no que diz respeito à minha aparência.

Maria Fernanda C. Machado

28/04/2014

sábado, 23 de novembro de 2013

O melhor feedback

     Hoje me aconteceu algo marcante. Fui pra o trabalho cobrir um colega pois não estou trabalhando aos sábados. Dei a primeira aula e ouvi minha colega dando aula para a minha antiga turma. Bati na porta e abri pra perguntar “Hello, How are you doing?” Para a minha surpresa, os alunos gritaram “teacher!” e levantaram correndo pra me abraçar. Fui agarrada por três pré-adolescentes que não queriam soltar e nem voltar pra aula deles.
     Depois disso, foi a hora de dar a segunda aula do dia. Eu já tinha dado uma aula antes nessa turma, e sabia que alguns alunos tinham dificuldade, por isso dei uma atenção especial para eles, e me surpreendi de ver como eles tinham melhorado em três semanas. Ao final da aula ouvi a pergunta “Você dá aula aqui sempre? ... Eu gostei de ter aula com você.”
     Essas duas perolazinhas do dia me fizeram pensar muito. Isso tem um gostinho bom que nenhuma outra área de trabalho dá. O gostinho de reconhecimento. Pensei, pensei e consegui elaborar isso melhor.
     Sou psicóloga e batalhei muito pra entrar na área de RH. Trabalhei um ano e meio com recrutamento e seleção, e poderia ter trabalhado por 30 anos, acho que nunca veria um chefe me chamar pra dizer que meu trabalho está muito bom, que as metas foram alcançadas e que eu estou de parabéns. Na verdade, a sensação que eu fiquei ao trabalhar em uma empresa foi de que feedback é sempre algo negativo, porque quando você é bom, não está fazendo mais do que a sua obrigação, como se o salário que você recebe fosse o elogio que ninguém te dá.
     Não estou dizendo que quando a gente dá aula o chefe e os colegas são bonzinhos, mas comigo, os elogios ao meu trabalho têm sido repassados para mim. Como psicóloga eu sei que isso é muito importante para a motivação de um profissional, e como pessoa, eu sei a falta que isso faz na hora de acordar cedo numa segunda-feira pra ir pro trabalho (o que agora não é mais o meu caso).
     Assim como os exemplos de hoje, percebi que tenho outros. Tenho alunos que chegaram no primeiro dia de aula falando que detestam inglês, que é uma matéria muito chata e que só estão no curso porque a mãe obrigou, e hoje em dia os mesmo alunos tiram as melhores notas da turma e falam a toda hora “Tia, inglês é muito fácil!”. Pais que falaram que tinham que arrastar os filhos para a aula, e que agora os filhos gostam de ir. Alunos que me pediram ajuda porque estavam mal e tinham realmente uma dificuldade, alunos que quase ficaram reprovados, e que agora estão acima da média sem precisar ajuda.
     Claro, como em qualquer lugar, nem tudo são flores. Tenho alunos bagunceiros, alunos que tentam desafiar a minha autoridade em sala de aula, alunos que acham que eu tenho que ter um dicionário na minha cabeça e alunos que não concordam com o meu modelo de lecionar. Mas aí sim, eu acho que isso pode ser considerado um tipo de feedback negativo daqueles que faz a gente repensar no nosso modo de trabalhar e crescer como profissional e como pessoa, muito melhor do que um chefe dando bronca e cobrando prazos.
     Me chamo Maria Fernanda, e nunca decidi ser professora. Sou formada em psicologia, trabalhei em RH e queria trabalhar com treinamento (tá, talvez já tivesse um tempero de teacher nessa minha escolha), mas como psicóloga não estava dando certo. Fui dar aulas pra não ficar parada, e hoje em dia acho que eu não trabalho na carreira que eu escolhi, trabalho na área que me escolheu.
Maria Fernanda C. Machado
23/11/2013

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Sensação estranha



Ando levando uma vida bem sedentária e bem parada, eu admito. Isso não tinha me incomodado tanto até essa ficha cair hoje.

Às vezes acho que deveria fazer uma aula de pilates, outras vezes penso em comprar uma bike, meu pai acha que eu devo voltar a malhar... E no fim, nem yoga na minha casa eu faço.

Hoje é minha folga e eu acordei super tarde, o sol estava muito forte, e do nada me bateu a ideia de pegar meu short de corrida, botar uma blusinha ventilada, boné e tênis e sair correndo por aí. Fiz isso poucas vezes, mas agora o trânsito está todo desviado pelas ruas pequenas por onde eu andava. Não estou afim de carros passando e me observando, fora que se eu quero praticar um esporte o ideal é que eu saia do monóxido de carbono, né?

Tive outra ideia. Como hoje é sexta, pensei em pegar um ônibus e ir para o posto 8 da Barra mesmo (que deve estar habitável num dia de semana). Pensei em levar uma bolsa pequena só com o essencial e uma canga, esticar a canga na areia, fazer uns asanas e meditar um pouco, depois ia andando pro Barra Shopping, fazia uma gordice costumeira e voltava pra casa.

Não fiz porque a minha irmã me lembrou de um detalhe importantíssimo: Hoje é a abertura do Rock in Rio. Só tem um lugar que vai ficar pior do que a Barra, vai ser o caminho que eu faço pra ir pro trabalho em Vargem Pequena. Ainda bem que a minha irmã estava atenta aos detalhes.

Fiquei pensando onde eu poderia correr ou fazer yoga aqui por perto da minha casa, e descobri que eu posso correr na rua aspirando fumaça e fazer yoga no meu quarto. Não tem nenhum espaço aberto em Jacarepaguá pra se praticar esportes por conta própria. Não tem parques, as praças estão em obras (eu não faria yoga na praça mesmo). Mas os moradores ficam sem opção de se exercitar ao ar livre.

O dia passou e eu não saí de casa. Não concluí nada com essa historia. Estou me sentindo estranha, como se eu conseguisse perceber um pedido que o meu corpo me fez, e que os corpos todos fazem para as pessoas (mesmo que a maioria não note) e eu não posso fazer nada. Alguma ideia? Aceito sugestões nos comentários.

13/09/2013

Maria Fernanda C. Machado

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Aniversário


     É, não tem como fugir mais, os 30 vão me pegar daqui a um ano. Dias após o meu aniversário de 29 com cara de 22, resolvi me dar um presente. Se eu soubesse que um óculos escuro gigante deixava a gente bonita instantaneamente desse jeito, tinha comprado aos 15... Hehehe
Bjs

sexta-feira, 1 de março de 2013

Pobres vítimas da moda

Como vocês podem ter percebido pelo resto do blog, eu fui uma adolescente anti-moda. Nunca usei a roupa da moda e, claro, sempre inventei nos cabelos para nunca estar na moda com eles. Hoje, com 28 anos, percebo que o anti-modismo nada mais é do que um fruto da moda. Não é uma tendência original, mas existe uma moda paralela para os adolescentes “loucos” que querem parecer diferentes da maioria.

Mas isso não é um problema. A moda tira a nossa personalidade na hora de escolhermos roupas e acessórios, mas nos iguala a todos. Já a anti-moda, geralmente afirma a nossa personalidade e nos faz parecer diferente. O que me preocupa é um fenômeno que sempre existiu e sempre existirá no mundo. As pobres vítimas da moda.

Minha intenção não é negar a moda, na verdade, agora que superei minha vontade de ter um visual agressivo com cabelos roxos, percebo que coisas boas entram na moda, e isso é muito bom, porque elas ficam mais fáceis de encontrar. Por exemplo, calças de malha. É lindo ver o jeans dividir espaço com uma roupa confortável nas araras de loja, especialmente porque essas roupas passam a ser mais baratas.

A questão é quando uma coisa disfuncional entra na moda e vira epidemia entre as menininhas sem personalidade que estão tão habituadas aos modismos que aderem, sem nem ao menos parar para analisar.

Percebi em dois exemplos. O primeiro foram as unhas de pelúcia, não tem nem o que discutir, né? Como é que essas pessoas lavam as mãos? Fica úmido depois? Agora já tem até unhas com bolinhas, pra ficar tipo chocolate granulado colado em um brigadeiro. O outro foi a nova saia da moda.

Com um calor imenso no Rio, as saias ganham espaço. Eu, por exemplo, comecei a comprar saias longas. As saias longas dão um visual super chique, deixam qualquer look parecendo mais arrumado, mas elas cobrem as pernas. Ouvi pessoas apontando para a saia que eu estava segurando na fila de um provador e falando “Eu? Botar uma saia até o meu pé? Mas nem morta!” Ok, é uma opinião (que não precisava ser falada nesse momento, mas a opinião dela). E aí, tentando criar o visual piriguete-chique, foi relançada a saia curta na frente e longa trás.

Ok, vai, um visu diferente, mas as saias estão virando cintos na frente e um rabo de noiva atrás. O resultado: Se você vai pra uma festinha pra dançar, vai ter um “rabo” te atrapalhando, e se você quer um visu chique, a não ser que a parte da frente chegue no joelho, o “rabo” não vai ajudar em nada.

Todos temos alguns exemplos de roupas disfuncionais, que entram na moda e viram epidemia. Mas até um ato simples, como comprar uma roupa, deveria exigir uma análise do porquê, de qual ocasião a roupa vai ser usada, se vale o preço que custa (ou se vale uma parcela por 6 meses no seu cartão). Pena que as pessoas compram para espairecer, e se negam a pensar durante a compra.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Eu já tenho quase 30

     É, 2012 está acabando e eu estou me sentindo na música nova da Sandy “Hoje já é quinta feira. E eu já tenho quase 30 ♫”. Está aí uma sensação que não se apaga mais. Aparece do nada em coisas banais, como uma escolha de roupa seguida do pensamento - Ah, eu não tenho mais idade pra usar uma estampa dessas.

     Coisas simples, como o cabelo alisado, que não dava trabalho nenhum, mas não era o meu natural, começaram a parecer artificiais demais pra manter. Já tem um ano que eu abandonei praticamente 90% dos meu acessórios. Não tenho mais pulseiras nem anéis, logo eu, que usava 2 ou 3 anéis na mão direita e um na esquerda na época do colégio.

     Meus cordões são simples. Uma corrente com um pingente. Nada mais de cordão com 10 voltas no pescoço ou gargantilhas. Isso se eu usar algum cordão. A mudança nos brincos foi a mais radical. Saí de brincos que esbarravam no meu ombro (e olha que eu tenho o pescoço enorme) para brincos sem nada pendurado. Simplesmente uma bolinha com tarracha. Unhas sempre feitas, mas curtas, pra não me atrapalhar de fazer nada.

     Agora vi uma foto com as minhas primas no natal e percebi que dá pra notar nitidamente que eu sou 10 anos mais velha. Não que eu esteja acabada, não é isso, mas o meu sorriso mudou. Minha alegria é mais sutil que a delas. Eu sorrio mais com os olhos e menos com a boca.

     Isso não me pareceu sinal de meia idade precoce até eu resolver mudar a foto de capa do meu facebook. Tirei uma foto minha andando sozinha em uma praia paradisíaca e queria colocar uma foto de meditação na praia em um por o sol. Foi difícil achar a foto, e muito interessante notar que eu achei fotos lindas de meditação com o sol nascendo, mas não eram bem o que eu queria. Eu queria a foto bem laranja, marcando que era o por do sol, que era o anoitecer na praia. E que o anoitecer é lindo.

     Muitas pessoas vão para a praia para torrarem no sol, e quando o sol diminui elas voltam logo para a casa para pegar menos trânsito. Eu estou como o por do sol na praia. Tem pessoas que fogem porque isso representa um fim, mas na verdade é o começo. O fim do dia e começo da noite, e a noite não é ruim. Se de dia a graça é torrar na areia e brincar na água, de noite a graça é ver as estrelas e a lua, sentir a brisa mais fresca, sentir que aquele espaço é só pra você, em que você pode estar na sua própria companhia.

    Ano que vem eu faço 29 anos. Acho que o meu sol está se pondo. Não vou fechar nenhuma ideia nesse post, só deixar para vocês a mensagem:
     - Aproveitem o por do sol!
Maria Fernanda C. Machado
26/12/12