quinta-feira, 19 de julho de 2012

Sapatilha

Me empolguei de novo. Essa deu bastante trabalho. Foi totalmente imaginada, não tive nenhum lugar de onde colar como se faz esse modelo. Levei umas duas semanas tentando fazer e não ficou como eu queria, mas eu gostei mesmo assim.
Acabou ficando com a lateral muito alta, tá meio com cara de sapatinho de velha. Na próxima vou tentar deixar a lateral mais cavada, mas talvez eu tenha que colocar uma faixa e fazer a sapatilha virar um sapatinho boneca (o que não é um problema também).
Bom, por enquanto é isso aí.
Bj

sábado, 7 de julho de 2012

Última peça

Como falei em outro post, me empolguei fazendo crochê.
Hoje resolvi postar a última peça que eu fiz. 

Ficou muito bonitinha, e apesar de eu achar que com a linha que eu usei ela ficaria muito mole no pé, que ficaria entortando, já usei duas vezes, e o resultado é um sapato muito confortável.

Já estou pensando no próximo modelo. (Apesar da ideia ter sido copiada, o modelo é meu mesmo).
Bj

sexta-feira, 6 de julho de 2012

  Hoje terminei de ler o livro do Ajahm Brahm – Antes que o dia acabe, seja feliz! – O livro é muito bom, e acho que é válido ler de novo depois de algum tempo.
  Em algum momento no livro eu percebi que uma das coisas que o budismo sugere e que não faz parte da minha vida é dar valor a mim e às minhas próprias qualidades. Logo depois li uma história que não me trouxe nenhum conteúdo novo, mas uma releitura de um conteúdo meu.

 Ajahm Brahm conta a história de um homem que foi preso e que viu na cela a frase “isso também vai passar”, e conta como essa frase mudou a vida do homem.

 Eu já conhecia essa ideia, mesmo sem ninguém ter me ensinado. Inclusive já ensinei isso para a minha vizinha em um momento difícil.

 Quando fui atropelada sofri muito, em especial com a questão da aparência e dos cuidados especiais com o implante recém colocado, até que um dia lembrei de uma coisa que aconteceu quando eu era uma criança.

Eu tinha uns cinco anos, botei um cotonete em cada ouvido e fui mostrar pra minha mãe. No meio do caminho, eu estava no corredor, brincando com a minha irmã, bati a cabeça na parede e o cotonete entrou. Eu quase furei o tímpano do lado esquerdo. Por muito tepo minha mãe botou remédio e eu tomava banho só do pescoço pra baixo no chuveiro e lavava a cabeça no tanque (minha mãe lavava e eu protegia a orelha). Fiquei uns meses sem mergulhar na piscina.

Na minha mente de criança, com a percepção temporal de uma criança, eu achava que ia ter todo aquele transtorno para sempre. Depois de um tempo comecei a tomar banho normalmente mas com um algodão no ouvido com remédio, depois sem remédio, depois sem algodão e voltei a mergulhar. Nem percebi que estava boa. É como se depois de estar boa a gente esquecesse que teve um problema sério algum dia. Esqueci esse fato até alguns meses após ter sido atropelada.

Agora eu já era adulta, e o dano não foi “quase”, foi um dano real. Por algum tempo eu pensei que realmente seria um transtorno para o resto da minha vida, afinal, não nasce um dente novo em alguém de 23 anos.

Um dia me dei conta que o problema do ouvido passou. Outros problemas menos sérios, mas também problemas, como por exemplo dar jeito no pescoço caindo de cima da geladeira (ta, eu sei que eu era uma peste), todos geram mobilização mas depois passam. Percebi que o problema atual também passaria. Depois disso estou totalmente adaptada aos implantes, levo uma vida normal, com uma dieta normal. Só não posso comer maçã do amor, mas também nunca gostei muito, então voltei ao meu 100% normal.

Passei esse meu conhecimento para a minha vizinha quando ela precisou, e agora posso ver como eu sou uma pessoa inteligente. Quantas pessoas precisam que esse conhecimento chegue até elas, e às vezes não aprendem nem assim, e eu aprendi sozinha, no sufoco, com as minhas experiências. Esse conhecimento é meu e não vai me deixar nunca mais.

Percebi como eu tenho o meu valor (já que sou inteligente), e que apesar de às vezes achar que não sei nada, agora sei que eu sei alguma coisa, e isso faz de mim o bastante. Sou o suficiente para me dar valor e para ser feliz.
Rio, 02/07/2012
Maria Fernanda C. Machado



Nova inspiração


Este ano acabei entrando por uma vibe meio natureba, como já deu pra notar. Estou meditando, praticando yoga, parei de comer carne e tento controlar a minha raiva (essa parte é beeeem difícil).


Inspirada pelo Vesak onde fizemos uma lojinha para arrecadar fundos para o templo budista, fiz umas sacolas de crochê para esteiras de yoga.






Não fazia crochê a muitos anos, minha surpresa foi que eu não consegui mais parar. Terminei umas meias de dedinho que eu tinha feito um pé só a uns 2 anos atrás e agora aprendi a fazer um gorro com 4 tranças nesse site http://maracrochet.com/ponto-a-ponto/croche-para-o-inverno-gorro-especial/







Vou tentar novos desafios no crochê, rsrs. Volto a postar as minhas peças.
Bj

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Esteira – caso resolvido

Agora sim, eu tenho uma esteira. Mas não quer dizer que eu resolvi o problema.
Como falei no outro post, minha esteira voltou exatamente com o mesmo valor de taxa de importação. Falei com meu pai pra irmos lá nos correios ver o que aconteceu, mas ele achou melhor ir lá pegar logo, pagar de uma vez em vez de ficar enrolando.


Resultado, a taxa de 93 reais passou pra 99 porque eu entrei com um processo que foi indeferido e nessa acrescentou mais uma taxa.


Meu pai achou que era melhor pagar logo pra não se estressar mais. O resultado é que agora eu paguei 40 reais e meu pai pagou 100 na esteira, eu tenho uma esteira e aprendi a não comprar nada da China. Sai mais barato comprar um produto americano de marca famosa que já esteja no país do que pedir alguma coisa baratinha da China.


Pelo menos o problema está resolvido. A esteira está aqui, é boa, veio com bolsa e tudo e eu já estou usando.


Bj



quarta-feira, 27 de junho de 2012

Esteira

Pois é, minha luta não deu em nada.


Escrevi a algum tempo que eu comprei uma esteira de yoga em um site da China. Paguei 30 reais pela esteira, mais 10 reais de entrega e 3 reais de seguro da mercadoria. Quando minha esteira chegou nos correios perto da minha casa, tinha uma taxa de mais uns 93,50 pra eu pagar para a receia federal.


Achei um absurdo me taxarem em mais de 200% do valor total (mais de 300% do valor da mercadoria), fui nos correios e entrei com um pedido de revisão. Mandei cópia do boleto de pagamento e do comprovante, mas adivinhem o que aconteceu? Nada. Absolutamente nada.


Minha esteira viajou de novo pra São Paulo, levou um mês pra voltar e eu recebi uma carta com o valor exatamente igual para o pagamento. Não alteraram um centavo!

É um abuso eu ter que pagar para a receita o preço de uma esteira boa aqui para poder retirar a esteira da China, sem garantia, que eu comprei porque era mais barata. Se somar tudo o que eu já paguei e mais o que eles querem que eu pague, daqui a pouco eu posso comprar uma esteira elétrica.


Minha dúvida agora é só uma. Se eu deixar a esteira eternamente nos correios, se eu simplesmente não for buscar uma esteira que está com uma nota fiscal com o meu CPF, será que a esteira fica presa ao meu CPF e daqui a pouco eu vou ter uma dívida com a RF e mais uma dívida com os correios? Ou se eu resolver “rasgar” os 43 reais que eu já paguei pra não ter que pagar mais 90 reais fica tudo zerado?


Se alguém souber me responder pode comentar o post, ta, eu realmente não sei o que fazer.
Bj

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Projeto Chico

Estou afastada do blog a algum tempo.  Estou com a cabeça ocupada com o Chico.

A mãe dele sempre andou por aqui, estava com um barrigão imeeenso e nunca me deu bola.  Mas um dia ela miou pra mim, com uma cara de sofrida. Estava só pele e osso e me pedido carinho. Carreguei ela até o meu quintal e botei a ração dos meu gatos.

Depois comprei uma ração especialmente pra ela, mais calórica porque ela estava amamentando. Dias depois achei o Chico. Foi o único filhote que eu vi.
Uma amiga já se apaixonou por ele, e vai adotá-lo. Ou seja, amanhã eu levo o pretchuco pra ela e acaba o meu projeto Chico.
Vou castrar a mãe a colocar para adoção. Se alguém estiver procurando uma vira-lata super carinhosa, com um miado baixinho, que só dá pra ouvir se prestar muita atenção, pode entrar em contato.
Bom, é isso. Vou ficar com saudades do Chico...
Bj

sábado, 19 de maio de 2012

A saga da esteira




Eu só queria comprar uma esteira de yoga decente. Nunca vi nenhuma que estivesse a venda em loja, só encontro pela internet e mesmo assim todas estão muito caras.

Resolvi comprar de um site da China. A esteira estava em uma super promoção, tinha 8mm e estava saindo a 30 reais. Comprei. Ao todo gastei 43 e pouco na compra (incluindo entrega e seguro da mercadoria).
Estava muito ansiosa esperando a minha esteira chegar. Algumas pessoas disseram no reclame aqui que seus produtos nunca chegavam, mas eu tinha certeza que a minha esteira chegaria.

extra grosso antiderrapante eco-friendly mat pilates yoga pvc (8mm)
Acompanhei o pedido pelo site dos correios e vi que estava perto, queria ir buscar antes de receber a cartinha avisando que estava aguardando retirada. Fiquei muito feliz quando minha cartinha chegou, até que algumas horas depois eu vi uma informação escondida no meio do meu endereço. “Taxa a pagar R$92”

Eu tinha lido em algum lugar que os produtos de até 50 dólares não eram taxados, mas depois descobri que isso é só de pessoa física pra pessoa física, ou seja, se eu comprei isso de uma loja e não de alguém, eu pago.

Descobri que a taxa é de 60% do valor da mercadoria, então como a minha veio com mais de 212% encima do valor total?

Minha esteira da China, sem marca e sem garantia está mais cara que uma esteira da Nike que eu posso comprar em alguma loja de esportes e levo pra casa na hora.

Vou tentar argumentar nos correios. Não tenho nota fiscal (deve estar no produto), mas eu tenho o boleto e o comprovante do banco. Espero que a receita federal refaça essa conta, porque era pra eu estar pagando algo em torno de R$27,00.

Bom, quando eu resolver essa, posto o final da história.

Bj


















quinta-feira, 19 de abril de 2012

Desintoxicando

Não é uma doença. É muito engraçado quando a gente percebe que nosso modo de vida saudável pode ser ainda mais saudável.

Sou uma pessoa que se alimenta bem, bebe muita água, não tem nenhum tipo de vício e tem hábitos saudáveis, o que pode ser melhor do que isso? Pois é. Muita coisa.

Este sábado fui para o dia de plena atenção na SBB (Templo Budista), dormi lá e fiquei até domingo de tarde. Tentei meditar várias vezes no sábado e domingo, mas tive muita dificuldade. Foi então que pensei sobre uma coisa que tinha sido falada em uma palestra.

“Como você está vivendo?” A princípio pensei que estava muito bem. Hábitos saudáveis, sigo os preceitos, mas então percebi que eu estava muito ligada aos prazeres sensoriais. Estou comendo demais, um pouco sedentária, gasto muito dinheiro com lanchinhos deliciosos, porém dispensáveis, e o mais importante de tudo, tenho passado dias inteiros no computador e na TV de forma não saudável.

Fiquei viciada em joguinhos de defender território e de fazer trincas. Saía de um para o outro sem nem avaliar mais que jogo era aquele que eu estava abrindo, abria pelo simples fato de não saber mais o que fazer se não estivesse jogando aquilo. Enquanto jogava assistia TV (ou ouvia, porque estava olhando pro jogo). Viciada em telecine, passava de um para o outro, assistindo filmes que já vi pelo simples fato de não estar passando nada melhor, simplesmente esqueci o que eu sempre soube, que eu tenho o poder de desligar a TV a qualquer momento.


Percebi que não estava sendo saudável, e foi fácil reverter o quadro enquanto estava na SBB. Na verdade continuou sendo fácil em casa. Faço coisas mais saudáveis ou pelo menos não tão repetidamente no computador, não tenho ficado com o facebook aberto, só entro, vejo e saio, não vejo TV a 6 dias, ando praticando mais yoga e meditação (que eu tinha praticamente deixado de lado a umas 2 semanas) e ando comendo mais frutas.

Percebi que eu estava dando pouca atenção aos meus gatos, que estava acumulando livros que eu quero ler e tenho que devolver pros seus donos, e que meu quarto estava uma bagunça quase inabitável.



Resolvi fazer esse processo de desintoxicação de PC/TV. Dar mais atenção a mim e às cosias que andava negligenciando. Posso garantir uma coisa, estou me sentido bem melhor. Recomendo para todos.
Bjim 

domingo, 25 de março de 2012

Novo look

Hoje vim postar uma fotinho do meu novo corte de cabelo.
Já andei cortando o cabelo assim, mais curto a algum tempo, quando comecei a trabalhar na minha área (queria ter aparência um pouco mais adulta). Mas acho que esse foi o corte mais curtinho que eu já fiz. Não parece tanto porque está tipo chanel de bico, atras está bem mais curto (embora eu ache que dava pra tirar mais).
Bj